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Página 7.
Do mais recente ao primeiro texto.

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Textos da página 7

127 artigos em ordem cronológica inversa.

  1. 4 min de leitura

    Utilização da Internet por adolescentes… recomenda-se!

    social-networking-8-300x220.jpg A forma como os adolescentes de hoje utiliza a Internet está a transformar os processos de aprendizagem de um modo que a maior parte dos adultos, muitos ligados ao ensino e ao sistema educativo, não percebem.

    A utilização dos media digitais e o desenvolvimento de conhecimentos técnicos e sociais representam, como em todas as transformações e revoluções, uma enorme oportunidade que deve ser aproveitada pelo sistema educativo.         

              

    É esta a conclusão a que chegaram 28 investigadores da Universidade da Califórnia, Berkeley e a Fundação MacArthur, ao longo de 3 anos, depois de terem entrevistado mais de 800 adolescentes e respectivos pais, um-a-um e em focus groups, e depois de terem observado mais de 5000 horas destes adolescentes em sites como MySpace, Facebook, YouTube, e outras comunidades online, documentando “como” e “com” que objectivo é que estes usam media digital.

    Entitulado “ Living and Learning With New Media “, o estudo articula o valor do Social Networking, mensagens de texto e outras formas de “new media”, melhor do que qualquer outro relatório que tenha visto com este objectivo. 

    O relatório tem um  sumário de duas páginas, um  paper de 30 páginas   e um  livro online com 12 capítulos   intitulado “ Hanging Out, Messing Around, Geeking Out: Living and Learning with New Media” ( MIT Press will be offering a print version of the book soon).

    “Pode ser uma surpresa para os pais saberem que o tempo que os filhos passam online não é tempo perdido,” diz Mizuko Ito da Universidade da California, investigador e um dos responsáveis pelo relatório. “Há mitos sobre o tempo que os adolescentes passam online - que é perigoso ou que os torna perigosos. Mas nós descobrimos que o tempo que passam online é essencial para que desenvolvam os conhecimentos técnicos e sociais que necessitam para se tornarem cidadãos competentes na era digital.”

    O relatório mostra que:

    • Há um novo e significativo “generation gap” no modo como adolescentes e adultos percepcionam a importância da actividade online: os adultos têm habitualmente uma visão negra sobre o que os adolescentes fazem (não foi sempre assim?) no online, e vêem muitas vezes a actividade online como perigosa e como uma distracção nada produtiva. Em contraste, os adolescentes percebem o valor social da actividade online e sentem-se altamente motivados para participarem;                  

    • Ao participarem no online, os adolescentes navegam em mundos complexos, técnica e socialmente, onde desenvolvem os conhecimentos técnicos e sociais que necessitam para um participação plena na sociedade contemporânea; 

    • Os mundos sociais onde os adolescentes participam têm novos tipos de dinâmicas: o socializar online é permanente, público, envolve a gestão de redes elaboradas de amigos e conhecidos e está sempre “on”;

    • Os adolescentes, mais do que os adultos, são altamente motivados pela aprendizagem com os membros das suas redes: a Internet fornece novos tipos de espaços públicos para os adolescentes interagirem e receberem  feedback  entre si, partilhando conhecimento e experiências;  

    • Por outro lado, a maior parte dos adolescentes não tira partido de todas as oportunidades de aprendizagem da Internet pois apenas exploram aspectos sociais e negligenciam  outras oportunidades de aprendizagem, normalmente as menos populares no seu círculo de amigos e conhecidos online.

     

    Nota pessoal (como todo o Blog, ok!:)):

    O Social Networking e Digital Media trazem funcionalidades e novos ritmos mas, como quase tudo que é supostamente novo ou novidade, algum afastamento e senso comum faz-nos ver e perceber que mudam as perspectivas mas na essência, a forma como socializamos e aprendemos é uma característica humana e não tecnológica.

    Se olharmos para trás, o “generation gap” tem estado sempre sempre presente. Seja com movimentos e momentos como o existencialismo Camusiano (Camus marcou-me mais do que Sartre),  Verão de 68, “flower power”, Punk, Gótico, cinema, tecnologia, o principal desafio acaba por estar no factor “tempo” e “amplificação”. Hoje, criam-se “generation gaps” diferentes dentro da mesma geração e dado o excesso de informação, enquanto pais e educadores, temos um desafio maior que no passado: não nos deixarmos ultrapassar pelos vários “gaps”.

    A grande parte das ferramentas sociais disponíveis no mundo online “amplificam” ou “aceleram” características de qualquer ferramenta social, nomeadamente o foco no que é “mais popular” no nosso círculo social.

    Enquanto pais e educadores continuamos a ter os mesmos desafios de sempre: ajudar a encontrar os melhores espaços para o desenvolvimento de competências específicas, onde possam alargar as suas redes de conhecimento(s) com interesses comuns. 

    Ou seja: o nosso papel de sempre enquanto pais!

  2. 1 min de leitura

    Google Profiles

    O Google publicou recentemente um ficheiro Sitemap que continha URLs de perfis públicos de contas Google.

    Agora, disponibilizaram a pesquisa de perfis. Se quiserem testar, podem fazê-lo colocando nomes ou keywords na caixa de pesquisa em baixo:

    Se hoje começa a ser crítico para qualquer empresa aparecer bem posicionada no Google, dando origem a técnicas e negócios de SEO e SMO, num momento em que se promove cada vez mais o individual e a marca “EU”, não é preciso explicar que o “EU” vai querer ter um perfil no Google.

  3. 3 min de leitura

    Google: Let’s Get Social!

    google_friend_connect-150x150.jpg Ao avaliar os recentes Google Profiles percebe-se que não é por acaso que o Google, depois de ter uma das primeiras comunidades de sucesso (o Orkut) nunca investiu na sua promoção e desenvolvimento. Pelo menos nada comparável ao que fez com o GMail, Google Calendar, Google Reader, Google Maps, Google Docs, entre muitos mais projectos, aplicações e serviços (o Orkut foi sempre algo externo ao Google; um projecto bastardo).

     

    E não é que o Google não acredite no Social Networking. Muito pelo contrário! A verdade é que em vez de competir directamente com um Facebook, MySpace, Hi5 e todos os outros, prefere posicionar-se como “enabler” mantendo o foco onde lhe interessa: informação.

     

    À medida que mais e mais plataformas vão aparecendo no mercado, a selecção destas plataformas começa a ser cada vez mais complexa. Os custos de criação são cada vez maiores e as decisões de selecção irão centrar-se em uma/duas plataformas de acordo com a análise custo/benefício.

     

    Em vez de lançar mais uma plataforma de Social Networking, o Google aposta em ser facilitador, ou “enabler”, fornecendo aos programadores formas simples de criarem aplicações que funcionem e partilhem informação em todas as redes sociais. 

    Na verdade, a estratégia do Google no Social Networking vai um pouco mais longe:

    1. Open Social :  No ano passado o Google lançou um conjunto de APIs (interfaces de programação), denominadas Open Social, que permitem aos programadores acederem às funcionalidades principais, e dados, de redes sociais. Estas API’s dividem-se em 3 conjuntos:

        - Informação de perfis (dados de utilizador);

        - Informação de amigos (gráfico social);

        - Actividades (o que aconteceu, notícias, etc.).

    Ao Open Social juntaram-se: MySpace, hi5, linkedin, plaxo, orkut (claro), friendster, ning, Bebo, xing, Six Apart, SalesForce, Viadeo, Oracle, engage.com, iLike, RockYou, Slide, imeem, Hyves, Tianji, entre outras redes que se vão juntando…

    A rede que se mantém de fora, fechada: Facebook. Até quando?

    2. OpenID: O Google assumiu a utilização do OpenID, não na perspectiva aberta do utilizador/password único mas enquanto provider de OpenID com o endereço de GMail. O objectivo do Google é permitir que o endereço de email do GMail seja o “Login” único. Este é na verdade um dos primeiros passos não “abertos” do Google… mas compreende-se o quanto o GMail sai reforçado se vingar…

    3. OAuth: depois de  Blaine Cook  e  Chris Messina  terem iniciado o desenvolvimento do OAuth como protocolo aberto para permitir autorização segura de APIs, permitindo que aplicações Web, aplicações móveis ou de Desktop possam publicar e interagir de forma segura com dados protegidos, o Google junta-se em 2007 à equipa responsável pelo Draft inicial. 

    Tirando partido do “ Open Social “, “ OpenID ” e “ OAuth “, o Google antecipa-se e lança o Google Friend Connect, um passo ambicioso que torna esta estratégia claríssima: Let’s Get Social!

     

    Qualquer site, independente da dimensão, pode passar a ter funcionalidades de rede social. Basta adicionar Widgets do Google Friend Connect para tirar partido de ligações entre utilizadores. E numa altura em que o “ Marketing Conversacional ” ganha momento… faz imenso sentido fornecer ferramentas que aumentam a conversação… no próprio site!

    O Google Friend Connect vai na verdade um pouco mais longe pois não só junta as 3 normas abertas que descrevi como junta API’s proprietárias do Facebook, MySpace e do próprio Google. Ou seja, não só se antecipa como tira partido das posturas “fechadas” e “proteccionistas” do Facebook.

    Por tudo isto… Let’s Get Social!

  4. 1 min de leitura

    Just for fun: Google

    logo_google.gif

    Pergunta: O que é que fazem os engenheiro no Google para passarem o tempo?

    Resposta: Ordenam um Terabyte de informação em 68 segundos!

    Pergunta: E a seguir?

    Resposta: Ordenam um petabyte de informação em aproximadamente 6 horas!

    Quase que parece anedota mas… não é: :)

    Sorting 1pb with mapreduce

  5. 2 min de leitura

    Social Media para suporte ao cliente

    A Cone Business realizou recentemente uma sondagem online a 1092 Americanos (525 homens e 567 mulheres com mais de 18 anos, com uma margem de erro de +/- 3%) que utilizam sites de “Social Media”. Algumas estatísticas resultantes desta sondagem: 

     

    • 60% interagem com empresas que usam “Social Media”;

    • 93% dizem que as empresas devem ter presenças em sites de “Social Media”;

    • 85% dizem que as empresas não só devem estar presentes como devem interagir com os seus clientes nestes meios;

    • 56% dizem sentir uma ligação mais forte e ficar mais satisfeitos com empresas quando podem interagir com estas nestes ambientes;

    • 43% dizem que as empresas deveriam utilizar “Social Media” para resolver os problemas dos clientes;

    • 41% dizem que as empresas devem utilizar “Social Media” para obter feedback sobre produtos e serviços.

    O “Social Media” afirma-se como nova forma de suporte ao cliente. Quando um serviço de suporte ao cliente orientado a “Social Media” é combinado com o trabalho do marketeer, transforma-se numa força para a resolução de problemas de forma mais credível e com menos custos. Se associarmos as oportunidade de Research inerentes, o “Social Media” passa à categoria de estratégia óbvia.  

    Num artigo anterior afirmei que o Suporte ao Cliente é o Novo Marketing. Apesar de ser senso comum, o título deste post com um pouco de lógica diz-nos que o “Social Media” faz parte do Novo Marketing.

    Curiosidade: Nathan Midgley, editor do Travel Weekly, apresenta um exemplo, seguido em tempo real, de suporte ao cliente orientado por “Social Media” de uma empresa Inglesa no sector do turismo.

  6. 1 min de leitura

    Ao lado: palavras são arte

    http://www.wordle.net/gallery/wrdl/281763/vitormagalhaes.com wordle vitormagalhaes.com

    Pode parecer estranha mas tenho a tendência de criticar… tendências. Na Internet, gosto de tags  porque dão jeito. Nada mais. O conceito da TagCloud, é-me normalmente indiferente mas o Wordle  é diferente. Mais do que criar TagClouds, dá-lhes uma dimensão estética e uma identidade visual. Cria imagens esteticamente atractivas de… informação! Ou se quiserem: palavras.

    Em cima, podem ver um exemplo gerado ontem a partir deste blog. Dá-me vontade de imprimir num formato decente e transformar em quadro.

    Ideia: criar “wordles” de sites nacionais e fazer uma exposição. Alguém alinha?

    Alguém disse “Words are Weapons”… porque não “Words are Art”.

  7. 1 min de leitura

    ABC da crise para miúdos e graúdos

    Um vídeo da “Say it Visually” para entender o que motiva a crise financeira que, apesar de iniciada no continente Norte Americano, pela negativa nos faz sentir o efeito da globalização. Uma animação muito básica mas que vale pela mensagem.