Boston Post (1865):
“Qualquer pessoa bem informada sabe que é impossível transmitir voz sobre fios e que, mesmo que tal fosse possível, não teria qualquer valor prático.”
Apesar desta previsão, o telefone entrou nas nossas vidas da forma que sabemos.
Os números de telefone foram escolhidos nos EUA com o princípio oposto ao da máquina de escrever; foram escolhidos para encorajar a marcação rápida.
Quando os “indicativos” foram introduzidos, as maiores cidades tinham números mais baixos porque demoravam menos tempo a marcar. Nova Iorque era “212” e apesar de Nova Jersey ser logicamente “213” ambos os números poderiam ser facilmente trocados pelo que se atribuiu “213” a Los Angeles e “312” a Chicago.
Nota: nesta altura, “velocidade” era a velocidade de marcação do “disco” do telefone! No tempo da marcação por “pulsos”!
Um anúncio brilhante sobre o tema:
Nesta altura… eram precisas instruções. 🙂